quarta-feira, 13 de maio de 2009

UM AMOR PROIBIDO, UMA LIBERDADE PERDIDA.

Eles vieram atr�s dele em uma noite de inverno.
Preso, ele foi encarcerado.
Eles disseram que ocorreu um roubo, e que sua pistola havia sido encontrada.
Eles o levaram para a delegaciaEle esperou pelo amanhecer.
E como eles o conduziram para as docas, Soube que havia sido enganado.
" Voc� � acusado de roubo," Ele ouviu o oficial de dilig�ncias dizer.
Ele reconheceu que estava sem uma �libi, A luz da amanh� lamentaria por sua liberdade.
Em cima das colinas e longe, Durante dez longos anos ele contar� os dias.
Longe das montanhas e dos mares, Uma vida de prisioneiro para ele � que haver�.
Ele soube que isso lhe custaria caroMas ainda ainda assim ele nao ousou dizer.
Porque onde ele estave naquela noite Devia permanecer em segredo.
Ele teve que lutar contra l�grimas de ira. Seu cora��o batia feito um tambor.
Porque, com a esposa do seu melhor amigo, ele passou a sua �ltima noite de liberdade.
Al�m das colinas e bem distante, Ele jura que voltar� um dia.
Longe das montanhas e dos mares, De volta aos bra�os dela ele jura que voltar�.
Al�m das colinas e bem distante, Al�m das colinas e,Al�m das colinas e bem distante.
Cada noite dentro da cela de sua pris�o, Ele olha atrav�s das barras.
Ele l� as cartas que ela escreveu. Um dia ele conhecer� o sabor da liberdade.
Al�m das colinas e bem distante, Ela reza para que ele um dia volte.
T�o certo quanto os rios chegam aos mares, De volta aos bra�os dele, ele jura que ela estar�. Al�m das colinas e bem distante, Ele jura que voltar� um dia.
Longe das montanhas e dos maresDe volta aos bra�os dela � onde ele estar�.
Al�m das colinas e bem distante, Ela reza para que ele um dia volte.
T�o certo quanto os rios chegam aos mares, De volta aos bra�os dele, ele jura que ela estar�. Al�m das colinas e bem distante, Al�m das colinas e,Al�m das colinas e bem distante...

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